Exclusividade é sinônimo de segurança
Venda de imóvel com exclusividade garante ao proprietário segurança pessoal, familiar, patrimonial e jurídica, além de benefícios para o condomínio
Questão primordial em todos os aspectos da vida moderna, a segurança figura no topo da lista de prioridades daqueles que optam por morar em condomínios, horizontais ou verticais, dotados de todo um aparato destinado a garantir tranquilidade para os moradores.
Mesmo assim, há situações corriqueiras que podem resultar em riscos desnecessários. Por exemplo: o condômino que coloca à venda seu imóvel em várias imobiliárias, na expectativa de aumentar a velocidade da transação, pode colocar em risco sua própria segurança e a do condomínio, uma vez que o imóvel será disponibilizado à visitação de desconhecidos, numa movimentação perigosa de pessoas no edifício.
Uma excelente alternativa para afastar esse perigo é firmar contrato de exclusividade com uma empresa idônea, que ficará responsável pela gestão do imóvel, proporcionando ao cliente segurança pessoal, familiar, patrimonial e jurídica. “Além de evitar uma série de problemas, a imobiliária está comprometida com o cliente desde a captação até a finalização do negócio”, diz Antonio Conde, diretor do Secovi-SP e membro fundador da Rede Secovi de Imóveis – grupo de imobiliárias que atuam em conjunto e têm a exclusividade como um de seus pilares.
Na Rede, o proprietário entrega seu imóvel a uma associada e, automaticamente, mais de 90 empresas, 150 lojas e cerca de 2 mil corretores qualificados passam a trabalhar para fechar o melhor negócio. “O mais importante é que o cliente conta com o atendimento personalizado da imobiliária de sua preferência, mas vê ampliadas as chances de comercializar seu imóvel com uma velocidade muito maior, por meio da atuação integrada na Capital, Grande São Paulo e Interior”, complementa Roseli Hernandes, diretora do Sindicato e coordenadora regional da Rede.
Vantagens ampliadas
Com a exclusividade, a primeira providência da imobiliária é solicitar a documentação para avaliar as condições do imóvel, do proprietário e checar a viabilidade da operação. “Aí fica mais fácil realizar a transação. O próximo passo é conseguir um comprador que tenha dinheiro ou crédito”, diz Conde.
A gestão de venda pressupõe uma série de produtos e serviços, que vão desde a análise prévia dos documentos ao o fechamento do contrato. A empresa investe em publicidade em site próprio, portais imobiliários e da Rede Secovi, que mantém parceria com outras mídias para divulgação. “Por meio de um relatório do patrimônio, é possível observar qual a mídia correta e direcionar a publicidade. É um trabalho completo, um compromisso que a imobiliária assina de fazer a gestão com idoneidade e obter sucesso no negócio, o mais rápido possível”, afirma Marco Dal Maso, coordenador da Rede Secovi.
O proprietário recebe também um relatório de visitação, contendo informações como procedência do interessado e motivos pelos quais eventualmente a operação não foi efetivada. Quando se atinge um determinado número de visitantes, é possível ter um panorama completo do imóvel, com aspectos positivos e negativos. “Se o imóvel for entregue a várias imobiliárias, nenhuma ficará com essa responsabilidade”, compara Dal Maso.
Ao optar pela exclusividade, lembra Roseli Hernandes, o cliente conta com uma verdadeira consultoria, que inclui ainda avaliação correta do imóvel e assessoria em todos os trâmites jurídicos necessários para realizar um negócio seguro. “Basta contratar uma imobiliária idônea, credenciada e que tenha o respaldo de uma entidade como o Secovi-SP”, aconselha Dal Maso. Para ser cadastrado na Rede, o imóvel precisa ter matrícula e IPTU, isto é, existir juridicamente – mais um item que resulta em segurança.
Negócio seguro
Os especialistas advertem para a existência de um mercado informal, que não passa pelas imobiliárias e é muito perigoso para o cliente. “A menos que seja do ramo, o proprietário jamais deve negociar o imóvel sem a ajuda de um corretor e o apoio de uma imobiliária. Há tantas variantes que só mesmo um profissional qualificado é capaz de orientá-lo. Vai custar muito menos do que tentar fazer isso sozinho”, explica Conde.
Todos reforçam ainda que garantir a segurança do patrimônio, pessoal e familiar é indispensável e que, com a exclusividade, a visita tem horário marcado e é feita na companhia do corretor credenciado pela empresa que faz a gestão do imóvel.
No caso dos condomínios, é recomendado exigir o cadastro prévio da empresa e do profissional que irá mostrar o imóvel. O ideal é que a imobiliária informe à administradora que a unidade está à venda, esclareça que será a única gestora e solicite autorização de entrada de determinado corretor – devidamente identificado por meio de foto, registro no Creci e RG – para acompanhar as visitas. “É um procedimento básico, mas eficiente, que evita transtornos para o proprietário e também o condomínio”, conclui Dal Maso.
Fonte: Revista Secovi-SP Condomínios, edição 205 – Maio 2010

